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Morte de agente penitenciário completa um mês e assassinos continuam soltos Agente Clodoaldo Pantoja Brito, de 38 anos, foi executado brutalmente, depois de largar o plantão no Iapen |
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Hoje, 11 de julho, marca o primeiro mês da morte do agente penitenciário Clodoaldo Pantoja Brito, de 38 anos, que foi executado com cerca de 18 tiros pelo corpo quando largava plantão no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). Colegas de trabalho de Codó, como era carinhosamente conhecido, esperam ainda uma resposta da polícia e a prisão dos acusados. Naquele 11 de junho, Codó trafegava em sua motocicleta, pelo mesmo caminho que fazia todos os dias, na rodovia Norte Sul, quando às proximidades da Ilha Mirim foi executado pelas costas. No local, muitos cartuchos foram encontrados e segundo informações de peritos as cápsulas eram de uma pistola calibre Ponto 40. Um inquérito policial foi instaurado na Delegacia de Crimes Contra a Pessoa (Decipe) para apurar a morte do agente. Clodoaldo era chefe de plantão da Equipe Bravo e trabalhava a pelo menos dez anos naquela casa prisional.
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| Por Alyne Kayser da Redação | |||||||
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