ASSINE - Seja assinante e tenha acesso total ao Portal, Jornal Impresso e Jornal Digital. Clique!

Área Assinante

Usuário:
Senha:
[ Assine já! ]

Editorias

Serviços

sexpornopornoporno

Colunas

Prefeitos querem alterar o critério do menor preço - Jornal do Dia Jornal do Dia - Prefeitos querem alterar o critério do menor preço
NOTÍCIAS Enviada em 01/08/2012 às 08:31:15

Prefeitos querem alterar o critério do menor preço
Critério, na visão de gestores municipais, acaba inviabilizando realização de obras
Os problemas de gestão no âmbito municipal e os impasses causados pela Lei 8.666, de 1993, que trata das licitações na administração pública, estão sendo discutidos em Brasília, em seminário promovido pela Associação Brasileira de Municípios (ABM).
Prefeitos e técnicos governamentais defenderam a reformulação do dispositivo, conhecido como Lei de Licitações, que conta com 400 propostas de mudança em tramitação no Congresso Nacional. Uma das características da lei mais criticadas nos debates realizados na manhã de hoje (31) foi o critério do menor preço numa contratação.
Segundo o presidente da ABM, Eduardo Pereira, fazer contratações ao preço mais baixo alcançado nas licitações “é problemático”. Ele exemplificou o caso de uma obra inacabada em seu município (Várzea Grande, em São Paulo) que foi abandonada pela construtora, “ficando o trecho pior do que estava”. 
Para Eduardo Pereira, há uma série de outras exigências em vigor que travam os procedimentos administrativos e, no entanto não têm impedido a ocorrência de casos de corrupção. “Da forma como está, as obras deixam de ser feitas”, alegou. 
As prefeituras enfrentam também problemas de gestão e precisam seguir a lógica da boa realização dos projetos, criticou. “O aperfeiçoamento da Lei 8.666 é necessário e será bom para todos os municípios”, segundo ele. 
O representante da Frente Parlamentar Mista para Aperfeiçoamento da Gestão Administrativa, Aroldo Nunes, concordou com o presidente da ABM na crítica ao critério do menor preço. “Isso gera o grande número de obras inacabadas que existe, porque os custos acarretam depois a falta de recursos para concluí-las”. Ele entende que a melhor fórmula para punir irregularidades nas obras públicas é aumentar o tamanho das penalidades. 
Nunes critica também o excesso de cotas previstas em lei para grupos específicos de trabalhadores. “Se todas forem atendidas, não sobrará espaço para pessoal qualificado e os projetos ou não vão acontecer e ou darão prejuízo”, afirmou.
 Além dos problemas da lei, de acordo com Nunes, “hátambém os entraves na gestão pública, que precisa vencer a precariedade dos mecanismos de planejamento de gestão, que devem visar o longo prazo”. O palestrante assevera que nesse ponto “o Brasil está perdendo o bonde da história,não por falta de dinheiro e sim por problemas de gestão”.
A Associação Brasileira dos Municípios vai, ao final do Seminário sobre Alterações na Lei de Licitações de Contratos, constituir grupo de trabalho para fazer sugestões de mudanças na Lei 8.666, que vão ser encaminhadas ao Poder Legislativo. Até o encerramento, na sexta-feira (3), o encontro vai abordar também orientações para os prefeitos sobre o encerramento de seus mandatos, este ano. (Agência Brasil)

MAIS NOTÍCIAS
Ver lista completa
 

Colunas

Dia-Dia

Dia-Dia

Entre Aspas

Janderson Cantanhede

Assine e acesse as 773 últimas edições do Jornal do Dia em versão digital.

Veja a Revista Nossa Gente na íntegra em versão digital para assinantes.

Plantão

ÚLTIMAS DO DIA

+ LIDAS HOJE

Artigos

Siga no Twitter

Notícias | Classificados | O Jornal | Assine | Enfoque político | Esporte | Entretenimento | Colunas | Plantão | Fale Conosco