Negócios

Nova indústria de polpa de açaí será instalada no Amapá





(Foto: divulgação) 

Com a instalação, empresa irá gerar mais de 40 postos de emprego a partir do segundo semestre deste ano. A previsão é de que mais de 16 toneladas da polpa deverão ser geradas diariamente.

 

Foi autorizada na manhã da última segunda-feira (16), pelo Governo do Estado do Amapá (GEA), em conjunto com a Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Agência Amapá), a instalação de mais uma indústria de polpa de frutas, mais especificamente de açaí, no Distrito Industrial de Macapá e Santana.

De acordo com as informações do GEA, o investimento inicial da empresa Açaí do Fort, que será a responsável pela produção da polpa, deverá chegar a R$ 2 milhões e a produção deverá atingir de 16 a 20 toneladas de polpa por dia, equivalendo a um beneficiamento de 200 a 500 sacas diárias.

 A expectativa é de que no segundo semestre deste ano, a empresa já comece os trabalhos, podendo gerar novos empregos nas áreas de cozinha, administração, produção, entre outros. Em entrevista divulgada pelo Governo do Amapá, o sócio proprietário da empresa, Marcos da Silva, destacou a decisão do governo como impulso para possíveis investimentos vindos tanto de dentro, quanto de fora do estado.

“Esse trabalho do governo de nos recepcionar e orientar quanto à documentação e apresentar novas oportunidades, é fundamental para que o investidor possa ampliar sua área de interesse de investimento no Estado. Sem dúvida isso nos permite investir com mais segurança”, assegurou o empresário.

Ainda segundo o portal do governo, a Agência de Desenvolvimento Econômico, informou que o Amapá é o segundo maior produtor de açaí do Norte do Brasil, e também, o único que possui açaizal com certificado internacional de manejo, competência que tem forte influência sobre o desenvolvimento econômico do Estado.

Outro objetivo do empresário Marcos da Silva, é a exportação do produto e garantir o Selo de Origem – Selo Amapá, para identificação da origem do produto, podendo gerar mais valor e elevar o nome do estado. O selo deverá possibilitar reconhecimento nacional e internacional, e fortalecer a geração de empregos e avanço econômico na área de produção local.

“Nosso objetivo é atender, não só o mercado interno, mas também o mercado externo. E como trata-se de uma empresa genuinamente amapaense, queremos levar o nome do Estado para o comércio exterior e apresentar o Amapá como uma região que oferece produtos de qualidade para exploração”, explicou o empresário ao portal do governo.

Luciana Cordeiro